VIVÊNCIAS FOTOGRÁFICAS

Os artistas estarão  mostrando seus trabalhos e  conversando com os participantes inscritos trocando  vivências  e experiências na fotografia. Com Fernanda Chemale , Ale Ruaro ,Kira Luá , Clóvis Dariano , Raul Krebs, Ricardo Chaves, Leopoldo Plentz entre outros em confirmação.

 

Fernanda Chemale

Foto: Juan Esteves

Fernanda Chemale é fotógrafa e artista visual. Trabalha questões relacionadas à fotografia e memória desenvolvendo projetos na vertente autoral e documental. Encontra no cotidiano vestígios do homem urbano, apropriando-se de seus objetos, espaços e ações casuais. Na construção de suas imagens suprime a fronteira entre realidade e ficção sugerindo possibilidades narrativas. Neste ambiente o espectador é desafiado a decifrar imagens. Propõe uma fotografia oculta, paradoxal e subversiva. Dentre as séries que desenvolveu destacam-se: Terráqueos, Rock Luz Velocidade, Mendigos, Abstracto, Face, Tempo de Rock e Luz, ElefanteCidadeSerpente, Espaço de Conflito, A Rua Suspensa, Retratos Clássicos do Rock Gaúcho, Desordem.

Suas obras estão nas coleções Pirelli/MASP de Fotografias do Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Museu do Trabalho, Pinacoteca Municipal Aldo Locatelli, Museu do Homem do Nordeste, Fundación de Foto Y Cine Latinoaméricano de Paris, Fundación Albacete na Espanha e Museu dos Descobrimentos em Portugal. Graduada em Comunicação Social pela FAMECOS, PUC, é autora dos livros Tempo de Rock e Luz, ElefanteCidadeSerpente e Desordem. É professora de fotografia, ministrando os cursos de fotografia de espetáculo e retrato. Coordenou as oficinas de foto do Projeto de Descentralização da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre. Como curadora atuou nos projetos da Galeria de Fotografia Olho Nu, IFCH-UFRGS; no CD Lory F.Band; no livro comemorativo aos 150 anos do Theatro São Pedro; no livro Silêncio em Siena; em homenagens do Porto Alegre Em Cena e na exposição Sertões Nômades, do VI Theória da Fundação Joaquim Nabuco.

Faz exposições regularmente tendo mostrado suas fotos nas principais capitais do Brasil e no exterior. Participou de Festivais de Fotografia como FotoRio, Rio de Janeiro, Fotoseptiembre USA-SAFOTO, Estados Unidos, Fotograma no Uruguai, FestFotoPOA, Canela Foto Workshops, Foto em Pauta Tiradentes, Festival Paraty em Foco, Transatlântica PhotoEspaña, Encontros da Imagem em Portugal. Exibiu suas fotos no Teatro Solís em Montevidéu e na Fotogaleria Virgilio Calegari em Porto Alegre, 2º Prêmio IEAVi de Artes Visuais. Colaborou com a Fundação Joaquim Nabuco no projeto Nordestes Emergentes fotografando o Cariri e desenvolveu a série Do Juazeiro ao Chuí para o VI Theória fotografando o nordeste em trânsito no Rio de Janeiro. Vive e trabalha em Porto Alegre, Brasil.

nandachemale@cpovo.net  |  www.fernandachemale.com.br

 

Ale Ruaro

Foto: Daniel Kfouri

Ale Ruaro retrata a intimidade de uma realidade não acessível ao convívio usual, transformando seres humanos em corpos atemporais e sem individualidade. Utiliza da fotografia para converter suas experiências pessoais e do cotidiano em imagens que trazem à normalidade o não convencional. Numa catarse visual, busca uma conexão entre seus temas e o espectador, procurando desnudar preconceitos pela exposição das diferenças. Nos últimos anos, tem sido reconhecido pelo público especializado, através de prêmios, exposições e publicações. 

 


Kira Luá

Auto retrato

Kira Luá fez licenciatura em Arte pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP),1985  em São Paulo , é especialista em Arteterapia e Educação Ambiental. Paulistana, mas reside na serra gaúcha a  15 anos, trabalhando com arte, sustentabilidade e projetos colaborativos. Trabalha com esculturas, fotografia, instalações, performances, vídeos, cerâmica, papel machê  e gravuras. 

Principais exposições:  “ Conexões” gasômetro de POA, 2016, “Caro, Cara: retratos correspondentes” (2015) na coletiva Autoretratos no MARGS, Porto Alegre (RS);  4º premio IEAVI “ Pregos servem para pendurar coisas..e prender sonhos..” Casa de Cultura Mario Quintana, 2015, “ Álbum de fotografias Pregos de cabeça dura” Canela Fotoworkshop, 2015, “ Painel fotográfico Monte cristo” Parede Farmácia Panvel  Canela, 2014,  “Pedras do Sagrado II” (2003) na Estação das Clínicas do Metrô, São Paulo (SP); “Pedras do Sagrado” (2002) na Estação Santa Cecília, São Paulo (SP); “Óticas de São Paulo” (2002) no Museu da Casa Brasileira, São Paulo (SP). Obras publicas “ Pintura rupestre contemporânea Azular,(2012) Ecoparque Sperry, Canela , Arte publica escultura “Kikitóide” (2013) ,Centro de Cultura de Gramado, Mural colaborativo, na Estação rodoviária de Canela,com a artista portuguesa  Alice Diniz “ Nossas Caras..” 2015. Grafite Av. Mauá, POA, 2016. Em 1998 ganhou menção honrosa no Salão do Vidro de São Paulo (SP) e, em 2005, ganhou o Prêmio SESI de Cerâmica em Gramado (RS).

 


Clóvis Dariano

Fotografa e dirige seu estúdio desde 1970, alternando fotografia publicitária e autoral utilizando técnicas mistas. 
Edita em 1977 o “NERVO ÓPTICO – Publicação Aberta às Novas Poéticas Visuais” juntamente com os artistas Carlos Pasquetti, Carlos Asp, Mara Álvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos.
Conselheiro em fotografia para Casa de Cultura Mario Quintana, com Leopoldo Plentz (2000).
Atualmente leciona no curso de Fotografia Digital Avançada da ESPM (POA) e na Universidade de Caxias do Sul (RS).  
Membro da diretoria do Instituto de Fotografia e Artes Visuais de Canela.
Ministra oficinas e palestras sobre a fotografia e suas possibilidades artísticas em diversas Universidades, e no Canela Workshops.
Atua em diversas comissões de premiação e seleção,sendo as mais recentes a do Prêmio Marc Ferrez Fotografia (Funarte- 2013 e 2015)e X Prêmio Açorianos de Artes Plásticas -2016
Obteve diversas premiações em salões nacionais e internacionais.
É representado pela Galeria Bolsa de Arte .(POA /SP)

 


Raul Krebs

Raul Krebs atua em diversas áreas da fotografia, em diferentes mercados e pesquisa incansavelmente estéticas e linguagens. À frente do Estúdio Mutante, recebeu prêmios e participou de livros e anuários. Os mais importantes são: Winner – NY Photo Awards 2012 – Advertising Single; Honorable Mention – NY Photo Awards 2010 – Advertising Series; finalista Prêmio Conrado Wessel de Fotografia Publicitária – 2005 e 2006; Fotógrafo do Ano Salão da Propaganda ARP – 1996, 2004, 2013 e 2014; finalista no IX New York Festivals – International Advertising Awards 2001. Suas últimas exposições individuais foram: Misantropia, Canela Foto 2015, TRAUM, Galeria Lunara – 2012; Lindas de Morrer, Canela Foto – 2013; Máscara, Galeria Urban Arts – 2013 e Canela Foto 2014. Krebs trabalha também com imagem em movimento – é diretor de fotografia em comerciais e clipes, além de codirigir vários trabalhos. Desde o início da carreira procurou desenvolver projetos pessoais, mesclando suportes e utilizando-se da fotografia convencional, digital, pinhole, lomografia e polaroid. Em 2011 assumiu a produção executiva do Canela Foto Workshops, festival de fotografia anual na Serra gaúcha. Ex-baterista de punk rock, tem na música uma fonte grande de inspiração. Prefere não ter convicções duras sobre fotografia, arte, moda e modos de pensar. Em outras palavras, é um Mutante.

http://escolafluxo.com.br/site/portfolio/raul-crebs/

https://raulkrebs.viewbook.com/

 


Ricardo Kadão Chaves

Porto Alegre, RS, 1951 – Autodidata, iniciou a carreira profissional como fotógrafo no jornal Zero Hora, Porto Alegre (1969). Realizou trabalhos para a agência Focontexto, de Assis Hoffmann, e em 1972 foi contratado para a sucursal gaúcha do Jornal do Brasil, onde permaneceu por dois anos. Entre 1974 e 1976 atuou como fotógrafo freelance para diversas publicações da Editora Abril. Trabalhou para a revista Veja em Porto Alegre (1976-1981) e Rio de Janeiro (1981-1984). Transferiu-se para São Paulo para atuar como editor de fotografia adjunto (1984-1986) e, depois, editor de fotografia (1986-1988) da revista Isto É. Trabalhou para a agência Estado, como coordenador de fotografia em Brasília (1988-1991) e editor de fotografia em São Paulo (1991-1992). Em 1992 retornou a Porto Alegre atendendo a um convite para ocupar o cargo de editor de fotografia do jornal Zero Hora. Recebeu menção honrosa no Nikon Photo Contest International, Japão (1977/1978) e prêmio pela melhor foto em branco e preto no 5º Prêmio Abril, São Paulo (1979).

 


Leopoldo Plentz

Foto: Cida Simões

Nasceu em Porto Alegre, em 1952, tendo estudado artes plásticas em sua cidade natal, no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde se formou em 1980. Começou a fotografar em 1975, trabalhando com fotografia industrial e de publicidade, porém interessando-se particularmente pela fotografia de arquitetura e pelos ensaios de cunho pessoal que lidam com questões pouco convencionais, como recortes de papel e dejetos. Tendo realizado diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho representado em importantes coleções nacionais.

Recebeu amplo reconhecimento por seu trabalho autoral, tendo sido agraciado com a bolsa Marc Ferrez do Instituto Nacional da Fotografia da Funarte em sua primeira edição, em 1984; com o Prêmio Icatu, em 2001 (com direito a seis meses de residência na Cité des Arts em Paris); e com a Bolsa Vitae de Artes em 2002. Desenvolveu ainda atividade docente, tendo coordenado o Gabinete de Fotografia da Faculdade de Arquitetura da UFRGS (entre os anos de 1980 e 1990), e lecionado no Curso de Comunicação Social da Universidade de Passo Fundo (entre 1990 e 1996).